Essa ideia começa com um expressinho.
Pela espera de quem não sabe se vinha.
Acreditar em algo duvidoso, porque precisamos ter uma resposta para o que ainda não entendemos.
A reposta de algo que queremos, mas não sabemos se nos quer.
Um sorriso, levado pela ação de corresponder um ato que lhe interessa, sem saber como ele será interpretado, mas a contração desses músculos simplesmente nos parece involuntário.
A incerteza do que se esconde por debaixo daquele vestuário, que pouco a pouco vai se mostrando com o desfecho que sonhamos sonho brando e leve, ou simplesmente um pesadelo que tememos.
Em resumo, transpiramos, sorrimos, choramos, gritamos, calamos, agitamos e calma mos, enfim nossas ações nos enganam e não respondem por nós.
Obs.: Me da um expresso duplo pra relaxar.
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